
Na dança da luz através das cortinas, a sala respira um futuro modular, onde cada objeto é um fragmento de memória. A cozinha, um labirinto de transparências, convoca pratos e utensílios a se rearranjarem, como cidades invisíveis, sempre em mutação sob o olhar curioso do observador.
Na dança da luz através das cortinas, a sala respira um futuro modular, onde cada objeto é um fragmento de memória. A cozinha, um labirinto de transparências, convoca pratos e utensílios a se rearranjarem, como cidades invisíveis, sempre em mutação sob o olhar curioso do observador.